terça-feira, 20 de dezembro de 2011

30/12/06


Ando calmamente em uma rua infinita e escura, alguns pontos com luz, sigo guiando sem medo.
Não ergo a cabeça, olho o asfalto parecendo intocavel, só parecendo que a verdade é completamente o oposto, sem demonstrar.
Podemos no futuro ser assim?
Paro em um poste, minhas costas se deixam repousar sobre seu leito, busco uma explicaçao a aquele buraco no meio do universo perfeito do tropeçar das calçadas.
Gloriosa tempestade pluviomica, que destroi a perfeita armadura de concreto...uma lagrima talvez, quantos buracos você tem em seu coraçao?

Não importa o que você possa colocar na frente, que escudo se encaixar perfeitamente diante de seus olhos, que armadura lhe couber ser pesar sua mente, seu fisico...

Uma linda rua
Forte está, e pra sempre parece ficar
Uma tempestade se inicia, trovões, relâmpagos.
A chuva vem cercada de luzes que claream o ceu como um espetaculo.

Uma manhã de sol se irradia
Ainda há marcas do outro dia
Os estragos na rua pela chuva
Isso todo dia se repete

Ainda ando pela rua que nunca parece amanhecer, agora ja tenho a cabeça erguida, uma meta e um pensamento...

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